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Posso morar em um apartamento e ter um animal de estimação?

Eles alegram a casa e são uma ótima companhia! Os condomínios estão cada vez mais investindo em espaços exclusivos para o cuidado do seu animal de estimação.

Postado em 10 de setembro de 2014

Animal-de-estimação-face

Viver com um bicho no apartamento dá trabalho, mas quem tem um garante que, com alguns cuidados, vale a pena. Projeção da Radar Pet 2013, elaborada pela Comissão de Animais de Companhia, aponta que os cães e gatos estão presentes em 39% dos lares das classes A, B e C. Para atender ao público que mora em apartamento, boa parte dos lançamentos vêm com espaços pets. Há desde os mais simples, com apenas uma pequena área verde destinada aos bichos, a playgrounds caninos.

O número de empreendimentos usados que transformam uma área do condomínio em um lugar voltado para cães também tem crescido. Em Suzano, o Quinta do Imperador (um dos empreendimentos da G2 Construtora) contará com um espaço pet para que os animais dos moradores sejam cuidados com o carinho que merecem.

 Espaço pet, projetado para o Quinta do Imperador.

Espaço-Pet---Quinta-do-Imperador

Regras

As convenções de condomínio normalmente não ditam regras para a criação de animais domésticos, segundo especialistas em administração de prédios. Ainda assim, o tema é polêmico e pode gerar conflitos. As desavenças costumam ocorrer em razão de segurança (quando o bicho morde), perturbação (quando late ou mia muito) ou por insalubridade (por questões de higiene), segundo Hubert Gebara, vice-presidente de condomínios do Secovi-SP (sindicado do mercado imobiliário). Na maior parte das vezes, o tema é resolvido no empreendimento, com a mediação do síndico. Quando isso não ocorre, o assunto pode ser levado à Justiça pelo condomínio, com a possibilidade de decisão que determina, inclusive, que o dono não conviva mais com o animal. Para incluir uma regra no regulamento interno, como um limite de animais por dono, é preciso aprovação dos moradores em assembleia, sempre respeitando a dinâmica da administradora.

Exótico

Quando se trata de animais exóticos, o tema gera ainda mais resistência de moradores. Marcelo Mahtuk, da Manager, conta que um juiz ordenou que um morador deixasse de viver com um porco, que gerava queixas por causa da sujeira. O porco foi levado a um sítio, mas morreu logo depois, e o dono passou a acusar a síndica pela morte do animal. Outro caso polêmico ocorreu com o criador de uma cobra. Moradores assustados com a chance de o animal escapar pediram ao condomínio que entrasse na Justiça para obrigar o proprietário a se desligar dela. Nesse caso, o dono continuou com o direito de criá-la, e a justificativa fora que ele era treinado para fazê-lo. A escolha de um animal para viver em apartamento deve considerar a disponibilidade de tempo do dono e o comportamento do bicho. Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, diz que gatos, por serem mais independentes, adaptam-se melhor à vida em apartamento. Já cães sentem-se tristes quando estão sozinhos e precisam de um acompanhamento maior. Por isso, não são indicados para quem fica muito tempo fora. Um sinal para descobrir se o cão está deprimido é analisar suas patas, já que, nesse caso, costuma lambê-las, criando lesões na pele, segundo Marcondes.

O ponto mais importante em ter um animal em seu apartamento está ligado ao bom senso quanto ao bem estar do bichinho e dos vizinhos, afinal, condomínio é um complexo de moradias que inclui o convívio com outras famílias de perto. Por isso, é importante que os espaços sejam respeitados e que o uso dos “espaços pets” seja muito útil.

Conheça mais sobre o Quinta do Imperador aqui.

 

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