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Como cultivar orquídeas em casa

Cuidados básicos são importantes para manter uma das espécies mais sensíveis e queridas entre as flores

Postado em 16 de setembro de 2014

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Com o início da primavera, o Blog G2 começa a dar dicas para aproveitar uma das estações do ano mais bonita. Hoje (16), você vai aprender a cultivar orquídeas em casa. A preferidas entre as milhares de espécies de flores merece um cuidado especial para manter-se viva durante muito tempo.

Em que vaso devo plantar? Existem várias opções disponíveis no mercado, mas para as residências, os mais fáceis são os de barro cozido, preferencialmente furados nas laterais, para garantir boa drenagem e aeração. Os vasos de plástico são comercialmente melhores, devido à sua leveza e facilidade de transporte, e podem também ser usados em casa com sucesso.

O florescimento desta espécie está muito ligado à sua total adaptação do ambiente e não apenas à estação. Aspectos como o excesso (ou a falta) de luz e água, o uso de substratos inadequados e alterações bruscas no local de cultivo afetam os brotos. É importante ressaltar que as orquídeas demoram até três meses para se adaptar a novos ambientes e, muitas vezes, têm intervalos de floração de dois anos. Uma boa tática que abrevia o surgimento de floradas é o uso de fertilizantes – sendo o tipo 10/30/10 o mais indicado – três meses antes da época de florescimento. Mas o problema da falta de flores pode estar relacionado à ausência de estímulos.

Escolher bem o local para deixar a planta é mais um fator decisivo. Nada de colocar a orquídea em lugares com ar-condicionado ou muito vento. A insolação do meio-dia também não é adequada, pois queima as folhas. O melhor é deixá-la em locais protegidos – que captem somente a luz do sol (e não o calor) – durante períodos da manhã e tarde. Uma dica para saber se a planta gostou do lugar é reparar em seu crescimento: caso surjam novas raízes você acertou. Às vezes, o simples aumento de luz permite que ela se desenvolva e floresça. Em dias de muito calor, é importante ainda regar de duas a três vezes e pulverizar as folhas com água.

 

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É importante atentar-se aos sinais que elas “estranhos” que eventualmente podem apresentar. Os problemas vão desde a infestação de pulgões e caramujos, até a falta de nutrientes. Confira alguns dos diagnósticos mais recorrentes nas espécies doentes:

– Pontos pretos – queimadura do sol, falta de água ou nutrientes

– Folhas enrugadas – falta de água

– Bulbo encolhido – falta de água e nutrientes

– Manchas – ataque de fungos ou bactérias

– Folha amarelada – excesso de agua ou falta de nutrientes

– Buracos nas folhas – ataque de fungos

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